
Após quase 1 mes sem postar, por falta de tempo (mesmo)...venho hj falar sobre VULNERABILIDADE e as RPs, um dos temas abordados pela Profa. Dra. Maria Aparecida Ferrari na palestra que fez no dia 3 de dezembro na IV Jornada de Relações Públicas da UEL.
Relações Públicas: teoria, contexto e relacionamentos é o nome do novo livro da professora, escrito junto com nada mais nada menos que James Grunig e Fábio França.
No livro a professora dedica 1 capítulo aos cenários turbulentos como oportunidade de mudança e de realinhamento de estratégias...
A autora coloca 2 ferramentas essenciais para as Relações Públicas que fazem com que a VULNERABILIDADE seja encarada como positiva.
A primeira é chamada Environmental Scanning, ou análise de cenário e a segunda Issues Management ou gerenciamento de assuntos emergentes. Mas o que signfica isso?
O profissioanal de Relações Públicas precisa conhecer detalhadamente seus públicos, seu ambiente, suas oportunidades, ameaças, a cultura organizacional...assim conseguirá lidar com as diferenças, antecipar tendências e sugerir mudanças.
O profissional não pode ser simplesmente um comunicador ANALGÉSICO, que melhora, mas não resolve o problema de verdade. RPs não é simplesmente apagar incêndio. Por isso a autora fala das RELAÇÕES PÚBLICAS EXCELENTES, tratando as RPs como uma atividade estratégica que abrange mais que relacionamentos. Abrange responsabilidade, transparência, comunicação simétrica e mais cria valor (que gera retorno financeiro para a organização) e é passível de mensuração (na questão da qualidade dos relacionamento).
Então, entendendo as RPs como essencial para a gestão estratégica da organização com seus públicos, temos empresas mais vulneráveis...e isso se torna BOM, porque há uma descentralização e consequentemente mais participação, inovão, responsabilidade e criatividade.

Temos que tirar o chapéu para autores como Maria Aparecida Ferrari, James Grunig e Fábio França. Eles formam a base teórica das Relações Públicas. Interessante este conceito da vulnerabilidade ser BOM para a empresa. Sempre aprendemos a descobrir os problemas e nao apenas valorizar as virtudes nas empresas e este conceito me parece qeu faz parte deste processo.
ResponderExcluirMATEUS